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Desconto na hotelaria para clientes CGD

A Caixa Geral de Depósitos criou um desconto para os seus clientes poderem usufruir de 15% de desconto em mais de 160 unidade hoteleiras e pousadas em Portugal, continental e ilhas.

“Os clientes da Caixa poderão usufruir desta oportunidade até ao dia 30 de dezembro de 2021 (reserva e estadia), em todas as unidades de oito grupos hoteleiros a nível nacional: Hoti Hotéis, Montebelo Hotels & Resorts, Nau Hotels & Resorts, Pestana Hotel Group, PortoBay Hotels & Resorts, Sana Hotels, Turim Hotels e Vila Galé Hotéis”, referiu a CGD.

Segundo o instituto bancário “são mais de 160 unidades hoteleiras e pousadas, todas em território nacional (incluindo ilhas), a que os clientes da Caixa podem aceder com um preço e condições especiais”. 

Este desconto “aplica-se a reservas e estadia até ao dia 30 de dezembro de 2021, para todos os clientes da Caixa que façam a reserva nas centrais ou sites das marcas hoteleiras e que procedam ao pagamento com cartão de débito ou crédito da Caixa Geral de Depósitos, bastando inserir o código promocional CAIXA15”. 

Além do código promocional, os clientes ainda têm a possibilidade de cancelamento gratuito até 48h antes da data de check-in.

Caixa Geral de Depósitos (CGD) não funciona ou está fora do ar? Status  atual. | Downdetector

Santander: Apoio à sociedade

Como “sinal do compromisso com a comunidade e com o objetivo de contribuir para o desenvolvimento das pessoas e das empresas”, o Santander Portugal, anunciou hoje que investiu 7,7 milhões de euros no apoio à sociedade em 2020.

No comunicado emitido, foi explicado que deste valor, 3 milhões de euros foram destinados a medidas de combate à Covid-19, “com especial destaque para a investigação, aquisição de material hospitalar, apoio aos setores mais vulneráveis da sociedade e projetos das Instituições de Ensino Superior (IES), num total de 365 instituições apoiadas direta e indiretamente e mais de 54 mil pessoas beneficiadas, um crescimento de 90% face ao ano anterior”.

O Santander acrescenta também que “os números agora apresentados reforçam o compromisso do Santander com a implementação de um modelo de Banca Responsável transversal”, e com o fecho do ano, o valor total investido desde 2013, encontra-se perto dos 58 milhões de euros.

Banco Santander Totta muda para Banco Santander Portugal - Banca & Finanças  - Jornal de Negócios

Erro de leitura no IRS

Alguns valores declarados por contribuintes da categoria B com contabilidade organizada, não foram tidos em consideração, devido a um erro de leitura do sistema informático das Finanças. Devido a este erro podem ter sido efectuados reembolsos indevidos, que terá de ser devolvido pelos contribuintes.

De acordo com a Autoridade Tributária, foram “identificadas 911 declarações que foram liquidadas com o erro em causa e notificadas aos contribuintes”, e ainda num esclarecimento de informações obteve-se a informação que a “liquidação de declarações com erros em causa já não se verifica desde o dia 13 de maio, data em que foi detetado o erro. O alerta da OCC [Ordem dos Contabilistas Certificados] ocorre depois da AT ter detetado o erro e suspendido de imediato as liquidações de declarações com anexo C, disso tendo dado conhecimento à OCC, em 14 de maio, num procedimento transparente e de boas práticas entre a Administração Tributária e os contribuintes/agentes económicos, lembrando que estamos perante declarações de contribuintes com contabilidade organizada, tendo tido como efeito, nomeadamente, a emissão desse Alerta que é referido”. 

Em forma de esclarecimento as Finanças mencionam que “o problema teve origem num erro de ‘leitura’ para efeitos de liquidação de um campo respeitante ao lucro tributável indicado no anexo C da modelo 3”. 

“Estão os trabalhos em curso, estimando-se que ainda hoje ou amanhã será comunicado aos contribuintes, via e-mail, informando do sucedido e de que as liquidações efetuadas com erro serão corrigidas oficiosamente pela AT. De seguida serão efetuadas as liquidações corretas, cuja competente notificação ocorrerá até ao final do corrente mês”, mencionam ainda. 

A Autoridade Tributária revela também que já foram pagos 1.125 milhões de euros aos contribuintes em reembolsos do IRS, fazendo assim uma média de 20,7 dias para o pagamento destes.

Foi facultada ainda a informação que “do total de declarações entregues, 2.028.588 já foram liquidadas e foram reembolsados 1.180.738 contribuintes, num valor total de reembolsos de 1.125 milhões de euros”.

Reembolso médio de 1.095 euros no IRS chega a 210 mil contribuintes |  PressNET

Lucros do BCP

Hoje foi divulgado pelo BCP que conseguiu obter lucros de 57,8 milhões de euros no primeiro trimestre do ano, totalizando assim mais de 65% do que o valor registado no período homólogo do ano anterior (35 milhões de euros).

Este resultado inclui 112,8 milhões de euros de provisões para riscos legais de créditos em francos suíços na operação do BCP da Polónia e também foi anunciado que segundo as contas, hoje divulgadas, no período entre janeiro e março, as imparidades e provisões foram reforçadas em 242,8 milhões de euros (mais 20,3% do que no primeiro trimestre do ano).

BCP disponível para fusão com o Banco Montepio – O Jornal Económico

Pagamento de apoios extraordinários

O Ministério do Trabalho divulgou hoje que o Governo já pagou 3.813 milhões de euros em apoios extraordinários no âmbito da Covid-19 às famílias e empresas, incluindo despesa contribuitivas.

No comunicado pode ler-se que “O conjunto dos apoios extraordinários lançados pelo Governo devido à pandemia por Covid-19 já chegou a 2,9 milhões de pessoas e a 179 mil empresas, com pagamentos de 3.813 milhões de euros, incluindo dispensas contributivas”. 

O Executivo menciona também que “Estes apoios foram determinantes para apoiar a manutenção dos postos de trabalho e impedir um crescimento muito elevado do desemprego, tal como é aliás reconhecido pelo Banco de Portugal. Em resultado disso, em março último, de acordo com os dados do INE, a taxa de desemprego estava nos 6,5%, o que compara com 6,3% em março de 2020”.

“Instrumento flexível impede despedimentos até nove meses e concede um incentivo financeiro por trabalhador” menciona também o comunicado do Governo anuncia também o novo Incentivo de actividade.

Este novo Incentivo está disponível para as empresas que tenham recorrido ao lay-off simplificado ou ao apoio extraordinário à retoma progressiva (AERP) no primeiro trimestre deste ano, e as candidaturas estão disponíveis a partir da próxima semana.

Meios de pagamento: qual o impacto nos resultados no meu negócio?

Factura electrónica

Cerca de 80,43% dos países europeus já têm como obrigatória a facturação electrónica, e os restantes 19,57% utilizam este método de fórmula voluntária, sendo este estudo (A Factura Electrónica na Europa) elaborado pela SERES.

Neste estudo pode ler-se que “a utilização da faturação eletrónica também aumentou na contratação entre empresas, sendo Itália e Espanha as principais referências na introdução da fatura eletrónica no âmbito B2B [‘business to business’]” menciona o relatório da especialista em serviços de intercâmbio eletrónico seguro de documentos.

No mesmo documento é mencionado também que “A Comissão Europeia, durante vários anos, tem atuado como um agente dinamizador das faturas eletrónicas, o que fez da União Europeia (UE) uma referência na implementação e utilização da fatura eletrónica”, refere a entidade, em comunicado, acrescentando que “a fatura eletrónica está posicionada no centro da Agenda Digital Europeia como força motriz e facilitadora das relações internas no mercado comum e da competitividade das empresas”.

Última Hora: Facturação electrónica - Antral

Proposta sobre SIADAP

As estruturas sindicais da Função Pública e o Governo reunirão-se no entanto não foi possível entregar uma proposta escrita sobre o Sistema Integrado de Gestão e Avaliação do Desempenho na Administração Pública (SIADAP) uma vez que falta concluir a “harmonização interna” da proposta. 

No documento pode-se ler que “Apesar de não ter sido possível apresentar uma proposta escrita às estruturas sindicais, uma vez que não foi ainda possível concluir a sua harmonização interna, o Governo continua a desenvolver um trabalho extenso e profícuo nesse sentido” e ainda é acrescentado pelo Governo que “nas reuniões, o secretário de Estado pediu aos sindicatos para densificarem os contributos já remetidos ao Governo, relacionados com a simplificação das etapas da avaliação e com a articulação entre os objetivos individuais e os objetivos das unidades orgânicas”.

O objectivo desta reunião entre o governo e as três estruturas sindicais da função pública, era discutir a revisão do SIADAP, reivindicando uma alternativa mais justa e sem quotas.

A Frente Comum de Sindicatos da Administração Pública, a Federação de Sindicatos da Administração Pública (FESAP) e o Sindicato dos Quadros Técnicos do Estado (STE), sendo que esta era a segunda reunião que tinham, a expectativa era de ter mais do que foi apresentado.

No final de abril, e na sequência do conjunto de princípios apresentado pelo Governo, o STE enviou ao secretário de Estado da Administração Pública, José Couto, um documento onde constata que o SIADAP “tem servido apenas para conter o crescimento da massa salarial” com a maioria dos trabalhadores a ficarem estagnados no mesmo nível remuneratório por 10 anos.

O que vai mudar na Função Pública com o Orçamento do Estado - Orçamento do  Estado - Jornal de Negócios

Quebras nas receitas das lojas e restaurantes

De acordo com um inquérito da Associação de Marcas de Retalho e Restauração (AMRR), as lojas e restaurantes tiveram quebras nas receitas em cerca de 72% nos primeiros quatro meses do ano face ao período homólogo de 2019.

No primeiro mês do ano verificou se uma quebra de 63% em relação ao mesmo período do ano de 2019, e esta incidência agravou se em fevereiro e março, passando para os 88%.

Apesar do desconfinamento se ter iniciado em abril, continuaram a haver perdas significativas na ordem dos 54%.

Miguel Pina Martins, no comunicado, mencionou que “os lojistas e restaurantes de centros comerciais e de espaços de rua estão ainda a lutar contra períodos muito difíceis, com quebras de faturação pesadíssimas”.

Estes dados foram recolhidos pela AMRR juntos dos seus associados, contando com mais de 3.500 lojas e restaurantes em centros comerciais e espaços exteriores.

Seis esplanadas com vista, em Portugal, para relaxar em segurança

Estudo sobre a anterior crise em Portugal podem ajudar a desenvolver estratégias para a recuperação da crise actual

No estudo levado a cabo pelo professor e investigador Carlos Carreira da Universidade de Coimbra, tendo como autores Paulino Teixeira, Ernesto Nieto-Carrillo e João Eira, menciona que “A probabilidade de recuperação das empresas ‘zombie’ não é nula” sendo que “necessitaram de três anos e dois meses para o fazerem” as que recuperam deste prejuízo.

No estudo verificou-se que entre 2005 e 2016, em média, cerca de 46% das empresas ‘zombie’ recuperaram a sua viabilidade económica e financeira, 28% encerraram e 26% mantiveram-se nesse estado.

É considerada uma organização ‘zombie’ “toda a empresa sobre-endividada que, sendo incapaz de responder aos compromissos financeiros por falta de rendibilidade, mantém a sua atividade suportada na condescendência dos credores”.

Neste estudo verificou-se que a incidência destas empresas em Portugal é elevada, e que de acordo com o estudo entre 2005 e 2016 cerca de 11% do tecido empresarial e 6% do emprego total, indica o estudo.

Uma das formas de recuperação após a reestruturação da empresa, indica que o regime de insolvência de 2012 acelerou o processo de liquidação das empresas.

No mesmo estudo pode-se concluir que, durante o período recessivo de 2008-2013, o risco de encerramento das novas empresas fortemente endividadas, nos primeiros anos de vida, foi três vezes maior do que o das empresas menos endividadas.

Menciona-se ainda que “Dada a magnitude do choque negativo a que se assiste, uma deterioração drástica nos balanços das empresas desencadeará necessariamente um aumento no risco de encerramento de um número significativo de empresas viáveis”, afirmam os autores, defendendo que “políticas contracíclicas destinadas a aliviar os problemas de liquidez das empresas são, pois, da maior relevância”.

Os autores mencionam que “importa garantir que as políticas públicas canalizam os recursos para as empresas mais viáveis” e “Uma estratégia que inclua a reorganização de ativos e da força de trabalho, a mudança tecnológica e a reestruturação da dívida faz aumentar a probabilidade de recuperação das empresas económico-financeiramente viáveis”.

Verifica-se ainda que “a reestruturação e a insolvência envolvem custos significativos, designadamente o desemprego, o que conduz à necessidade de adequado acompanhamento por parte das entidades públicas”. E consideram que este estudo de 2008-2013 pode ser uma mais-valia no contexto actual da crise causada pelo Covid-19.

Confiança do empresário cresce, segundo CNI - Notícias & Negócios

Dívida pública atinge 137,1% do PIB no primeiro trimestre

O rácio do PIB atingido no terceiro trimestre de 2016, foi este ano superado no primeiro trimestre sendo que superou o anterior record de 134,6%.

De acordo com os dados facultados pelo banco central, em março a dívida pública na ótica de Maastricht, atingiu novamente um valor recorde aumentando 1.200 milhões de euros face a fevereiro para perto de 275.300 milhões de euros.

O BdP menciona que “esta subida da dívida pública refletiu essencialmente emissões de títulos de dívida”.

Foi verificado também que os depósitos das administrações públicas baixaram 400 milhões de euros.

Assim, o Banco Central verificou que a dívida pública aumentou 1.600 milhões de euros em relação ao mês anterior, para 250.500 milhões de euros. E que em termos homólogos ao ano de 2020, a dívida pública aumentou em 20.477 milhões de euros.

10 dicas para consolidação de dívidas à prova de recessão - RoyalMix