Após uma visita de cinco dias a Angola, Berta Nunes teve contacto com a comunidade portuguesa das províncias de Luanda, Benguela e Huíla, e fez assim um balanço em que menciona que “Nós já gastamos a volta de 80 mil euros o ano passado, mas tínhamos abertura para gastar mais, isso dependerá da identificação das situações que nos forem comunicadas nos vários países”.

Estes apoios têm como objectivo a ajuda a comunidade portuguesas no estrangeiro que estejam a ultrapassar dificuldades provocadas pela pandemia que está actualmente a atacar o mundo, provocando confinamentos em vários países.

Berta Nunes menciona que continuam a existir “dificuldades e problemas, principalmente por causa do desemprego e, eventualmente, até de algumas situações de salários em atraso por causa da situação da covid-19″ e ainda que “nós referimos essa possibilidade, de haver um apoio pontual extraordinário, que está ativo neste momento, e pedimos às associações presentes que identificassem as pessoas que estivessem em maior necessidade junto do consulado, para podermos apoiar essas pessoas com este programa extraordinário, que este ano voltou a ser ativado”, referiu.

Foi ainda providenciada a informação de que neste momento, em Angola não há muitos casos identificados.

Os critérios para que as comunidades se encontrem dentro dos parâmetros para obter os apoios, estão relacionados com situações de precariedade resultantes da pandemia, nomeadamente “dificuldade de pagar a renda, medicamentos ou mesmo ter o mínimo para comer e para viver” que poderão beneficiar do apoio extraordinário.

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