No decorrer da conferencia digital “Retomar Portugal – Comércio Internacional”, organizada pela TSF/JN, foi dito pelo governante que “A recuperação da economia é uma preocupação absolutamente essencial, mas o tema mais essencial é a normalização da situação sanitária”.

Siza Vieira mencionou ainda que esta, é uma crise temporária e que as empresas não estão num momento favorável pois não existem clientes e derivado desse aspecto “nesta altura o que o Governo quer é continuar a estender apoios que permitam às empresas aguentarem até à recuperação da procura”. Mencionando também que “Estamos mesmo preparados para estender os apoios ao emprego pelo segundo semestre se isso for necessário”, disse.

O governante objectiva também que é necessária a normalização desta situação e que será assegurada a vacinação o mais rapidamente possível a uma grande percentagem da população, referindo que “Pelo menos os grupos de maior risco, porque isso é que assegura que próximas vagas não tenham o mesmo impacto sobre a procura de serviços de saúde e por isso possam ser acompanhados de medidas menos restritivas, mas enquanto durar toda esta situação as trocas comerciais e o impacto na economia vai manter-se”.

Foi ainda mencionado que a estratégia do Governo tem sido positiva, no sentido que, apesar de uma subida no desemprego, esta não foi de grande escala e os encerramentos das empresas têm sido reduzidos.

É também importante mencionar que em dezembro foram lançados novos apoios de fundo perdido, sendo que estes apoios são importante devido à redução das receitas por parte das empresas.

Siza Vieira diz também que a “redução o mais rápida possível do número de novos contágios e a pressão que isso significa sobre o sistema de saúde é o melhor serviço que podemos prestar à economia portuguesa neste momento” e que “nesta altura devemos aguardar pela normalização da situação. Não é o tempo de fazer previsões ou projeções” disse o ministro questionado relativamente ao impacto nas finanças públicas destes apoios.”

Acrescenta também que “Temos é de estar preparados para dar a resposta adequada para que a crise não tenha efeitos mais nefastos sobre a economia e a sociedade do que aqueles que precisa de ter”.

Foi também referido que o Governo está a trabalhar com associações para aproveitar “este tempo de menor atividade para o aumento de qualificações, seja a nível das línguas, da utilização de ferramentas digitais ou da sensibilização para novas práticas de sustentabilidade e sanitárias” e ainda que “é importante aproveitar os momentos para reciclar os conhecimentos dos trabalhadores das empresas”, disse Siza Vieira