O comissário, Paolo Gentiloni, mencionou que “O impacto social está aí. Os números oficiais do desemprego são maus, mas não tão maus quanto podemos imaginar. Temos outros números, desde a queda do emprego entre os jovens ou mulheres, que nos dizem que o impacto social é maior do que o que indicam as taxas oficiais de desemprego“, devido ao facto da pandemia estar a durar mais tempo que o esperado.

Com os novos aumentos em todo o mundo de casos de Covid, a comissão Europeia espera que esta crise epidemiológica não se torne uma crise social, e por isso foi apelado que os países não retirem os estímulos à economia, sem ponderar bem a situação.

De acordo com o Fundo Monetário Internacional, as previsões de crescimento da zona euro pioraram em um ponto percentual, mas esperam uma recuperação de 4,2% em 2021.

Devido ao peso das quatros maiores economias da zona euro (Alemanha, França, Itália e Espanha) terem obtido resultados menos bons, dos quais viram o FMI rever em baixa a projeção de crescimento para este ano, e assim sendo toda a zona euro o irá sentir.

Nas previsões lançadas hoje, pode ler-se que “Dentro de uma incerteza excecional, a economia mundial deverá crescer 5,5% em 2021 e 4,2% em 2022. A previsão de 2021 é revista 0,3 pontos percentuais em alta, refletindo expectativas de um fortalecimento da atividade, fomentado pela vacina, durante o ano, e apoio de política adicional em várias grandes economias”.