Ursula von der Leyen, disse hoje no Parlamento Europeu, numa cerimónia relativa ao Dia Internacional da Mulher, que tem noção de que a Europa ainda não tem as mesmas condições em ambos os géneros e que é necessário manter um trabalho gradual nesse sentido.

Mencionou que “Sei por experiência própria que as mulheres têm de trabalhar o dobro para ter o mesmo salário, o mesmo reconhecimento ou a mesma posição de liderança que os seus colegas masculinos. Conheço os obstáculo e preconceitos”, e que está orgulhos por a Comissão Europeia ter apresentado duas proposta num sentido de igualdade sendo elas: a disparidade salarial e a disparidade de emprego em função do género.

Von der Leyen realçou também que “as mulheres na Europa recebem, em média, menos 14% que os homens” e a taxa de emprego entre as mulheres é de 67%, enquanto a dos homens ascende a 78%. “Isto pura e simplesmente não é aceitável”, comentou, justificando assim as propostas legislativas colocadas agora sobre a mesa pelo seu executivo, para contrariar estas duas desigualdades.

“A igualdade está consagrada no Tratado europeu desde 1957. É um longo caminho e vamos continuar a percorrê-lo. Temos de remover os obstáculos no caminho rumo à igualdade. Temos de lutar por oportunidades iguais. Não é uma ciência complicada: as ferramentas são bem conhecidas e com provas dadas. Temos simplesmente de as implementar”, disse a presidente.

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